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19 a 21 de março DE 2027
Retiro ANUAL
para mulheres

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19 a 21 de março de 2027 retiro para mulheres

“Há um ser que vive no subterrâneo selvagem das naturezas das mulheres. Essa criatura faz parte da nossa natureza sensorial e, como qualquer animal completo, possui seus próprios ciclos naturais e nutritivos. É esse aspecto da mulher que tem cio. Não um cio voltado exclusivamente para a relação sexual, mas uma espécie de fogo interior cuja chama cresce e depois abaixa em ciclos. O cio da mulher não é um estado de excitação sexual, mas um estado de intensa consciência sensorial que inclui sua sexualidade, sem se limitar a ela.

Muito poderia ser escrito acerca dos usos e abusos da natureza sensorial feminina e sobre como a mulher e outras pessoas atiçam o fogo à revelia dos seus ritmos naturais, ou tentam extingui-lo por completo. No entanto, em vez disso, vamos focalizar um aspecto que é ardente, decididamente selvagem, e que transmite um calor que nos mantém aquecidas com boas sensações.

Na mulher moderna, essa manifestação sensorial recebeu pouquíssima atenção e, em muitas regiões e períodos, foi totalmente eliminada.

Existe um aspecto da sexualidade feminina que, nos tempos remotos, era chamado de obsceno sagrado, não na acepção que damos hoje ao termo, mas com o significado de uma sabedoria sexual de certa forma bem-humorada. Havia outrora cultos a deusas voltados para uma sexualidade feminina irreverente. Longe de serem depreciativos, dedicavam-se a ilustrar partes do inconsciente que ainda hoje permanecem misteriosas e em grande parte desconhecidas.

A própria ideia da sexualidade como sagrada e, mais especificamente, da obscenidade como aspecto da sexualidade sagrada, é vital para a natureza selvática.”

Clarisse Ester Pinkolas em “Mulheres que Correm com os Lobos”

No meu trabalho, nos aprofundamos no sentido das nossas escolhas, fazendo caber, na mesma medida, a parte que cria e a parte que sustenta, integrando o eu e o outro, e nos aproximando cada vez mais do que realmente somos.

E somos todas únicas.

No geral, as mulheres tendem a se identificar mais com o outro, esquecendo-se de si, dos próprios prazeres e do sentido mais profundo do seu anseio interior.

Ser selvagem neste mundo é saber expressar o que se sente por dentro. É ter uma voz e um tom que partem de um lugar seguro, de quem está profundamente relaxada em si mesma, que não depende do olhar do outro e que tem amor próprio suficiente para seguir a própria jornada.

Há mais de cinco anos venho compartilhando esse caminho de desenvolvimento com outras mulheres, criando espaços seguros e acolhedores para um mergulho profundo dentro do corpo, sem medo da nossa natureza autêntica, selvagem e livre. O instrumento principal é a nossa própria sexualidade, que abre e integra novos espaços e traz um sentido mais verdadeiro a essa força misteriosa.

Gosto sempre de fazer um alerta de cuidado, pois existe uma imagem distorcida que se vende por aí, de que ser uma mulher selvagem e livre, significa transar muito, com várias pessoas e não sentir ciúmes, uma típica ideia “Nova Era” que deixa a cena confusa e propícia a perpetuação de abusos e traumas.

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A conquista é poder ser o que se quiser ser. A liberdade do eu só existe do lado de dentro da própria segurança, e uma mulher é livre quando tem domínio dos seus contornos, quando está em posse dos seus limites e das suas decisões, sejam quais forem, tanto para fazer sexo quanto para não fazer, tanto para dizer sim quanto para dizer não.

A mulher selvagem tem autonomia sobre o próprio prazer e não coloca o seu poder, o bem mais precioso que tem, a sua energia vital, numa bandeja para barganha de nenhum tipo.

A mulher selvagem escolhe a dedo quando e para quem vai mostrar a sua energia, a sua abertura e, especialmente, o sabor do prazer que circula dentro do seu corpo.

Ela sabe se abrir e sabe se fechar. Conhece o limite e a ponte entre o eu e o outro.

Única edição em 2027

Códigos do Feminino:

A Devoção é a sua língua,
A Beleza é o seu presente,
O caos é a sua própria energia,
Cíclico é o seu ritmo,
A atenção é seu próprio sustento,
O erotismo é a sua vitalidade,
A auto adoração é a sua oração,
A presença é seu próprio prazer e excitação,
Seus limites são sua própria segurança,
E seu ser selvagem é a sua verdade. “

Autora desconhecida

RETIRO

19 a 21 de março DE 2027

Sexta às 16h a domingo às 16h

IOGA SEXUAL para mulheres

ANATOMIA SEXUAL Da mulher

PRÁTICAS DE meditação e RESPIRAÇÃO

roda de conversas

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só para mulheres

Trabalho exclusivo para mulheres, independente da orientação sexual e status do relacionamento.

PRESENCIAL

A Pema irá conduzir o grupo de mulheres em uma jornada de autoconhecimento e apropriação de uma sexualidade saudável.

VAGAS LIMITADAS

CONHECIMENTO PROFUNDO

CIÊNCIA DAS POLARIDADES

Quando o feminino escolhe se calar, passando por cima das próprias dores e de todo o seu movimento emocional interno, ele se desvitaliza. E quem foge de sentir as próprias dores também se afasta do amor.

Muitas mulheres escolhem relacionamentos e situações em que preferem se calar a se mostrar, em nome da harmonia ou do cuidado com o outro, evitando o desconforto que uma expressão mais autêntica poderia causar. Mas um feminino que não mostra ao mundo os seus anseios, desejos e dores, que trata tudo isso como bobagem ou exagero, vai aos poucos se distanciando de si.

Um feminino vivo navega e cria no alto-mar das emoções e das sensações.

E quando uma mulher faz isso por si, faz também por todas as que vieram antes. Carregamos, de alguma forma, as feridas transgeracionais construídas ao longo de milhares de anos de castração e interrupção do fluxo da expressão feminina. Se você não sente isso diretamente na sua pele, talvez sinta na pele da sua mãe, das suas avós, das suas tias. Pergunte a elas como a sexualidade era tratada quando eram jovens. 

Uma mulher sem espaço para se expressar perde vitalidade, libido e brilho. A falta de prazer a deixa fria, irritada, frustrada. Já uma mulher que nutre o prazer de ser quem é, conhece a própria intuição, o instinto, o brilho e o anseio por amor.

Desvendar a autenticidade do seu eu é revelar à vida esse mundo interno, imenso e misterioso, em que você habita. E o canal dessa expressão é sempre o corpo, com seus movimentos, seus sons e suas palavras.

IOGA SEXUAL PARA mulheres

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pema

Paloma Conte, carinhosamente chamada de Pema, dedica-se ao estudo do autoconhecimento há mais de vinte anos. Sua trajetória passa pela psicologia, saúde mental, Gestalt viva, terapias corporais neorreichianas, psicologia sistêmica e sexologia.

Atua em atendimentos individuais e em grupo, com foco no desenvolvimento integral do ser humano, restaurando três aspectos centrais da nossa existência, o instinto, o cuidado e a admiração.

Casada há vinte anos e mãe de três, Pema considera a sua construção como mulher o principal norte de toda a sua jornada. Inspirada também pelos antigos saberes do Tantra, que estuda e pratica ao longo desses anos, e dona de uma intuição notável, concreta e surpreendente.

Ela sustenta um campo seguro e amoroso para que as mulheres mergulhem no desvendar de si mesmas.

Há mais de dez anos acompanha o desenvolvimento de mulheres, especialmente na restauração do corpo erótico e na ressignificação de uma sexualidade e uma sensualidade autênticas, aquilo que ela gosta de chamar de eu selvagem.

Localização

Chão D'Aldeia - Pirenópolis - Goiás

Localizados na zona rural de Pirenópolis, cidade considerada a joia do cerrado, com uma charmosa arquitetura colonial, rica vida cultural, inúmeras cachoeiras e paisagens incríveis, dando-nos a impressão de que o mundo cabe apenas aqui. Tocamos aqui no nosso CHÃO, nome carinhoso que damos a esse espaço que sustenta e dá vida a tantas outras famílias parceiras de longa data.

É onde escolhemos fincar nossas raízes e repousarmos nossos pés, para que o nosso trabalho e dedicação possa alçar seus vôos e chegar até você. Sejam bem vindos. Nestes dias de retiro a nossa casa será sua casa!

FAÇAparte da edição anual do retiro para mulheres

Inscrição no retiro presencial

sahajoli: mulheres que correm consigo

R$

ou em até 12x no cartão

Todos os direitos reservados.

Com carinho,
Pema e Thiago

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