Quando o feminino escolhe se calar, passando por cima das próprias dores e de todo o seu movimento emocional interno, ele se desvitaliza. E quem foge de sentir as próprias dores também se afasta do amor.
Muitas mulheres escolhem relacionamentos e situações em que preferem se calar a se mostrar, em nome da harmonia ou do cuidado com o outro, evitando o desconforto que uma expressão mais autêntica poderia causar. Mas um feminino que não mostra ao mundo os seus anseios, desejos e dores, que trata tudo isso como bobagem ou exagero, vai aos poucos se distanciando de si.
Um feminino vivo navega e cria no alto-mar das emoções e das sensações.
E quando uma mulher faz isso por si, faz também por todas as que vieram antes. Carregamos, de alguma forma, as feridas transgeracionais construídas ao longo de milhares de anos de castração e interrupção do fluxo da expressão feminina. Se você não sente isso diretamente na sua pele, talvez sinta na pele da sua mãe, das suas avós, das suas tias. Pergunte a elas como a sexualidade era tratada quando eram jovens.
Uma mulher sem espaço para se expressar perde vitalidade, libido e brilho. A falta de prazer a deixa fria, irritada, frustrada. Já uma mulher que nutre o prazer de ser quem é, conhece a própria intuição, o instinto, o brilho e o anseio por amor.
Desvendar a autenticidade do seu eu é revelar à vida esse mundo interno, imenso e misterioso, em que você habita. E o canal dessa expressão é sempre o corpo, com seus movimentos, seus sons e suas palavras.
IOGA SEXUAL PARA mulheres